O sono cá em casa: a minha experiência
Noutros dois artigos sobre o sono falou-vos a Pediatra, agora será a mãe Joana, a contar-vos a experiência muito pessoal em relação a este tema.
Noutros dois artigos sobre o sono falou-vos a Pediatra, agora será a mãe Joana, a contar-vos a experiência muito pessoal em relação a este tema.
O co-sleeping ou cama compartilhada é um dos assuntos mais controversos no mundo da pediatria e da parentalidade, gerando opiniões muito diversas e até contraditórias. Se por um lado se avaliam os riscos, noutro os benefícios físicos e psicológicos para pais e filhos.
Sei que passa por aí a ideia que no máximo aos 6 meses devíamos por o bebé na cama, dizer boa noite e ele adormecer sozinho e acordar 10-12h depois, sem interrupções. E será que é assim?
Já vimos num post anterior o que é o Baby-Led Weaning. Basicamente consiste na introdução alimentar guiada pelo bebé, em que este partilha da alimentação da família e se alimenta a si próprio, sem grandes restrições quanto ao tipo de alimentos a oferecer.
A expressão Baby-Led Weaning (BLW) foi criada por Gill Rapley, uma Consultora de Saúde e Parteira britânica. Trata-se de uma abordagem à introdução alimentar que consiste em oferecer os alimentos em pedaços aos bebés, a partir dos 6 meses.
É uma preocupação de todos os pais que as crianças comam quantidades suficientes e de forma saudável, sendo comuns nos consultórios de pediatria queixas de que a criança come pouco, que recusa comer vegetais/fruta, que tem falta de apetite, se não deveria tomar “vitaminas” para comer mais, etc…
Esta é uma real preocupação dos pais dos nossos dias. Há muita informação sobre o que é alimentação saudável, quais os prejuízos do elevado consumo de sal e açúcar para a saúde e é do interesse de todos os pais privilegiar a escolha de alimentos frescos, não processados, livres de gorduras “más” e açúcar.